De novo…não.

Não sei nem por onde começar, não sei nem o que é começo e o que é fim mais. Não sei de (quase) nada. Eu não sei o que te dizer, mas sei que quero que seja falado, sei que cansei de escrever textos que chegam do outro lado do país antes de chegar na tela do seu computador. É como um tiro de bala perdida, que atinge aquele inocente que apenas está no lugar errado, na hora errada, enquanto o criminoso continua ali.
Escrever sobre isso é quase como dar uma volta ao mundo e parar no mesmo lugar.
Mas e se esse for o lugar certo e o erro for ter saído de lá? E se eu estiver errada? Mas eu não sei. Eu sequer sei o que eu pretendo dizer aqui. Não é a primeira e nem a segunda vez que esse mesmo assunto me faz escrever quase as mesmas palavras, mas e se agora for a hora certa e tudo que foi feito antes foram “fases” as quais nós passamos? Quem sabe…eu não, você sabe? Me explica? Me descomplica. Chega! Eu não sei mais sobre o que eu quero falar. Eu só queria te pedir pra sair ou ficar definitivamente na minha vida. Eu não teria estrutura pra perder isso…de novo não.
“Nem parece que se passaram dois anos que eu falei pra você…”
É…eu falei pra você, e falaria de novo, se todos esse medo se transformasse em coragem.
Mas eu nunca fui corajosa. E agora? Dá um jeito na gente, por mim? Ou desajeita tudo de uma vez, por favor.

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