O amanhã…

Eu poderia vir falar de amor, de saudade e de tudo que eu já cansei de falar sobre. Poderia, mas não vou. Eu falava de saudade, quando você fazia falta. Falava de amor, quando eu te amava, e eu não vou falar do passado. 

Vou falar do agora, que embora não tenha nenhum drama ou história amorosa que valha a pena escrever, qualquer coisa é melhor do que voltar a escrever sobre alguém sequer lembra que você existe. 

E se eu não tenho o que escrever sobre o “agora”, sobre o que eu poderia escrever, deve ser o que algumas pessoas devem ter pensado no decorrer das palavras até aqui, e eu respondo: Eu ainda posso planejar. Posso fantasiar. Posso esperar por mudanças, porque, a gente vendo ou não, as mudanças acontecem todos os dias, sendo elas pequenas ou grandes, significativas ou sem importância, elas sempre estão ali. E é disso que eu quero falar, se eu não sei do hoje, eu posso criar um amanhã. 

Se está errado hoje, pode estar certo amanhã, quem sabe? Se hoje eu me sinto só, talvez amanhã eu acorde com alguma companhia agradável do meu lado, difícil, mas quem sabe? 

Pode parecer loucura, mas acreditem em mim, a realidade é mais enlouquecedora que qualquer fantasia. 

Pode parecer sonho, mas acreditem em mim novamente, qualquer sonho é melhor que uma realidade estagnada. 

E eu sei que algum dia, seja lá quando for, tudo que eu escrevi aqui, agora, vai fazer algum sentido, e eu vou pensar: Eu sabia. 

 

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